7 motivos para beber vinho verde em 2018


O negócio corre bem e, se tudo correr como o esperado, 2017 será um ano recorde tendo em conta as exportações de vinho verde. Por esse e outros motivos pedimos ao presidente da Comissão de Viticultura da Região de Vinhos Verdes (CVRVV), Manuel Pinheiro, que nos indicasse alguns (bons) motivos para provar os néctares já no próximo ano, que está mesmo aí à porta.
É um vinho único
Diz Manuel Pinheiro que este é um vinho único no mundo, bastante gastronómico, resultado de uma feliz combinação: presença do mar naquela região, solo granítico e castas típicas que já muito ajudaram a construir o nome dos vinhos verdes. “Não há vinho verde em mais nenhum país”, destaca o presidente da CVRVV, responsabilizando em grande escala a influência marítima.
“O que caracteriza e transmite caráter ao vinho é o clima, os solos e as castas”, garantiu ao Observador Manuel Pinheiro em maio do ano passado. A região é tida como um anfiteatro virado para o mar, sendo que os vales “levam a influência marítima para o interior” — por aqui não há verões muito quentes nem invernos muito frios. Às temperaturas amenas juntam-se os solos maioritariamente de granito, que conferem mineralidade ao vinho. E o que dizer das castas? Manuel Pinheiro eleva o Alvarinho e o Loureiro, castas autóctones que dão distinção ao vinho e fazem dele mais leve e fresco.
O que beber num piquenique? “Try vinho verde”
Quem o diz é o jornal britânico The Telegraph, num artigo que distribui elogios aos vinhos verdes produzidos no noroeste de Portugal. Nem de propósito, estão aí dois festivais dedicados à bebida.
Fonte: observador.pt